20/10/2017

Edição 12 - Setembro/2017

Edição 12
Setembro/2017

COMPETITIVIDADE E INOVAÇÃO

Evento do PICPlast apresenta nova tecnologia para projetos de redes de drenagem em PEAD

Além de demonstrar as inúmeras vantagens que os tubos de Polietileno de Alta Densidade (PEAD) apresentam para projetos de redes de drenagem, o seminário promovido em São Paulo pelo PICPlast dia 28 de setembro teve outra nobre missão: apresentar aos participantes do evento a ferramenta gratuita BIM (Building Information Modeling), desenvolvida como plugin para plataformas de cálculos e projeto de redes de drenagem bastante utilizados no mercado, como o Revit e o AutoCAD.

Destinado a quem atua no setor de construção civil e infraestrutura, o encontro promoveu palestras de engenheiros e profissionais do setor sobre os benefícios que o PEAD traz em todas as etapas da obra, desde o projeto até a implementação. O sócio-diretor da SMPlan, Samuel Maimoni de Figueiredo, exibiu algumas das funcionalidades do novo plugin que integra todas as informações referentes aos projetos que se utilizam das vantagens do PEAD. Já o engenheiro da Kanaflex, Belemar Cardoso da Silva, mostrou dados do estudo comparativo entre o método tradicional e a solução em tubos de PEAD para obras de drenagem de águas pluviais, dados esses baseados em um projeto executado na região metropolitana de São Paulo.

Confira abaixo alguns depoimentos de participantes do evento:

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Seminário Competitividade, da ABIPLAST, promove tendências e rupturas para a cadeia do plástico

Internet das coisas, impressão 3D, biossintética: todos esses termos são aparentemente complicados, mas ajudam a contextualizar e explicar parte da revolução tecnológica pela qual passamos atualmente. Porém, o que isso tem a ver com a cadeia de plástico? Somos afetados a todo instante pelas inovações da era digital, mas o que devemos fazer para aproveitar ao máximo as oportunidades que as novas tecnologias proporcionam ao setor?

As perspectivas para a indústria e o mercado do plástico foram discutidas durante a 7ª edição do Seminário Competitividade, que aconteceu em São Paulo no dia 14 de setembro. O evento teve como foco as inovações e rupturas que podem impactar na indústria e nos hábitos de consumo em meio a todos os preconceitos que existem em relação ao uso do plástico no cotidiano.

 

O vice-presidente executivo da Braskem, Edison Terra, acredita que a versatilidade do plástico pode ser um catalisador importante na disseminação de inovações e projetos do setor, apesar de toda a desinformação a respeito da riqueza da matéria-prima: "O ponto principal do seminário foi trazer novas perspectivas aos transformadores. A indústria segue crescendo, e o Brasil tem um grande potencial nesse setor. O plástico vai ser protagonista das novas culturas e do crescimento tecnológico que está aí e que ainda está por vir".

Segundo o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, eventos como o seminário exercem papel fundamental para que o plástico ganhe cada vez mais importância na cadeia industrial: "Tendo em vista tudo o que foi discutido, vemos que neste momento surge uma grande oportunidade de reposicionamento do material plástico, com a utilização de novas tecnologias para setores já tradicionais. O PICPlast vem exercendo essa função de agregador da cadeia no que tange à questão de exaltar as vantagens do plástico, que é amplamente utilizado não só pela indústria brasileira, mas em todo o mundo".

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Relação entre as lideranças e os colaboradores é tema do segundo módulo de programa do PICPlast e da Fundação Dom Cabral

 

Após trabalhar na primeira etapa do Programa de Desenvolvimento em Gestão (PDG) a criação de uma visão de negócio, mais singular e estratégica, a Fundação Dom Cabral (FDC) parte agora para a gestão de pessoas, dedicando-se à questão de como liderar o capital humano da empresa. Nessa segunda fase do programa promovido pelo PICPlast, os participantes se familiarizaram mais com as técnicas de gestão de relacionamento com seus colaboradores.

O professor associado da FDC nas áreas de Comportamento e Gestão e responsável pelo segundo módulo do PDG, Moacir Carlos Sampaio, explica que, para conquistar os resultados desejados, todos os envolvidos devem estar integrados e ter objetivos em comum: "Exercitar a empatia e lembrar que as pessoas se motivam por razões próprias é primordial. As pessoas se engajam quando encontram um sentido. Cabe aos gestores ser os facilitadores para que todos encontrem o sentido delas nos propósitos compartilhados por todos".

Fortalecer o relacionamento profissional faz parte do desenvolvimento da empresa, assim como criar estruturas para lidar com questões financeiras, tema esse que será abordado no terceiro e último módulo do programa.

Confira o depoimento de executivos de algumas das empresas participantes do PDG:

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VANTAGENS DO PLÁSTICO

Sacarias de ráfia são mais leves, resistentes e sustentáveis se comparadas ao papel kraft

Sacos de ráfia são usados para o armazenamento de inúmeros tipos de produtos, desde os do setor alimentício (sementes, rações, cereais, farináceos) aos do setor agrícola, passando pela indústria química e metalúrgica, entre outras. A matéria-prima básica utilizada é o polipropileno (PP), que garante à sacaria seu baixo custo e a reutilização, além de maior resistência ao impacto e estabilidade térmica, evitando perdas do produto transportado.

A metodologia de Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) compara a sacaria de PP à sacaria de papel kraft, por exemplo, utilizada para armazenar farinha de trigo. As sacarias de ráfia são reutilizáveis e mais leves: pesam 72g por unidade, o que corresponde aproximadamente à metade do peso equivalente em papel (160g por unidade). O desempenho técnico de ambas as embalagens se equipara em alguns aspectos mas, em relação ao impacto ambiental, a alternativa em ráfia é superior em quase todos os itens, com exceção apenas da utilização de recursos não renováveis.

A opção pelo polipropileno também traz outros benefícios muito importantes em relação ao consumo de água e energia. Uma sacaria de ráfia gasta 8 vezes menos água em seu ciclo de vida (produção, uso e descarte), e sua utilização equivale a desligar por uma hora 40 lâmpadas incandescentes de 60 watts (uma lâmpada gasta 0,216 mJ/hora). Além disso, a sacaria de ráfia permite carregar a mesma quantidade de produtos em um caminhão utilizando 50% menos espaço, o que reduz gastos de combustível durante o transporte, já que é possível carregar mais embalagens em menos viagens.

A Braskem utiliza a metodologia de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) desde 2005 para analisar os impactos ambientais potenciais ao longo da vida de um produto em sua cadeia de valor.

Confira as vantagens da sacaria de ráfia de polipropileno:

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